Surfistinha revelou não ter contato com seus pais adotivos há oito anos e disse que, no início da vida como prostituta, achou que iria vender seu corpo por toda a vida. “Eu entrei na prostituição porque eu queria unir o útil ao agradável. Queria ganhar dinheiro e gostava de fazer sexo”, disse. Raquel viveu como prostituta por três anos e em uma frase resumiu o que acha da profissão: “É uma difícil vida fácil”. Hoje, casada e longe da prostituição, Raquel revela que seu interesse pelo sexo também diminuiu: “Baixou meu facho”, admitiu. (RV)ÁJAX DISSE: Não vou comentar!
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