O governo brasileiro não deve reconhecer a China como economia de mercado, defendeu o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, ao ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.
Apesar de destacar a boa relação comercial mantida entre os dois países, Skaf afirmou na segunda-feira que grande parte dos produtos chineses que entram em território brasileiro é ilegal, o que traz danos potenciais ao Brasil.
"Nós repudiamos isso ... não é verdadeiro. A China não é um país de economia de mercado. A realidade é que esse reconhecimento prejudicaria muito (o Brasil)", afirmou.
Skaf recebeu Patriota e empresários para um almoço na sede da Fiesp, em São Paulo. O chanceler disse que a relação comercial com a China "em linhas amplas é muito favorável ao Brasil".
Segundo Patriota, o Brasil tem um superávit comercial com a China entre 4 e 5 bilhões de dólares e o país asiático se tornou o principal parceiro comercial desde 2009.
Skaf, no entanto, ressaltou que "há um superávit geral próximo a 5 bilhões de dólares, porém o Brasil registra déficit próximo a 20 bilhões de dólares da balança do setor manufatureiro". (BM)
ÁJAX DISSE: Não vou comentar!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
F I E S P
Postado por
Super Noticias
às
02:39
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook
0 comentários:
Postar um comentário